sábado, 20 de fevereiro de 2021

ANO de 1347

 

ANO de 1347

A primeira grande pandemia de peste bubónica foi a Praga de Justiniano.

Estima ter morto 25 a 50 milhões de pessoas no século VI.

Acredita-se que a peste bubónica tenha sido a causa da Peste Negra que assolou a Europa, Ásia e África no século XIV.

Estima-se que a Peste Negra tenha resultado na morte de cerca de 50 milhões de pessoas, entre as quais um número correspondente a 25–60% da população europeia na época.

Uma vez que a peste matou grande parte da força de trabalho, a procura de mão de obra fez subir os salários.

Alguns historiadores consideram este evento um momento de viragem no desenvolvimento económico europeu.

A terceira e última grande pandemia de peste surgiu no século XIX e matou mais de 12 milhões de pessoas na índia e China.

O termo "bubónica" deriva da palavra grega βουβών, que significa "virilha".

O termo "bubão" é usado para se referir aos gânglios linfáticos inchados.

COMPREENDENDO O JEJUM

 

COMPREENDENDO O JEJUM

PARTE 1

O que é JEJUM?

O jejum   é a abstinência total ou parcial de alimentos por um período definido e propósito específico.

É praticado na atualidade?

Tem sido praticado pela humanidade em praticamente todas as épocas, nações, culturas e religiões.

Com que finalidade pode se fazer o Jejum?

Pode ser com finalidade espiritual ou até mesmo medicinal, visto que o jejum traz tremendos benecios físicos com a desintoxicação que produz no   corpo.

O que aconteceu com o entendimento sobre o Jejum Bíblico?

Muitos cristãos hoje desconhecem o que a Bíblia diz acerca do jejum. Ou receberam um ensino distorcido ou não receberam ensinamento algum sobre este assunto.

Existem extremos de ensinos sobre Jejum?

Creio que a Igreja de hoje vive dividida entre dois extremos: aqueles que não dão valor algum ao jejum e aqueles que se excedem em suas ênfases sobre ele. Penso que Deus queira despertar-nos para a compreensão e prática deste princípio que, sem dúvida, é uma arma poderosa para o cristão.

 

Existem regras fixas na Bíblia sobre o Jejum?

Não regras fixas Bíblia sobre quando jejuar ou qual tipo de jejum praticar, isto é algo pessoal. Mas a prática do jejum, além de ser recomendação bíblica, traz consigo alguns princípios que devem ser entendidos e seguidos.

 

 

 

 

 

COMPREENDENDO O JEJUM

PARTE 2

A BÍBLIA ORDENA O JEJUM?

·        Não.

·         No Velho  Testamento, na  lei de Moisés, os  judeus tinham um  único  dia  de jejum instituído: o do Dia da Expiação (Lv 23.27),  que também ficou  conhecido como “o dia do jejum”  (Jr 36.6) e ao qual Paulo se referiu como “o jejum” (At 27.9).

·         Mas em todo o Velho e Novo  Testamento não   uma  única  ordem acerca de jejuarmos.

·         Contudo, apesar de não  haver um imperativo acerca desta prática, a Bíblia esta cheia de menções ao jejum.

·         Fala não  apenas de pessoas que jejuaram e da forma como o fizeram, mas infere que nós também jejuaríamos e nos instrui na forma correta de faze-lo.

Onde houve FALHAS assunto sobre o Jejum?

Muitos ensinadores falharam de maneira grave ao dizer que, por não haver nenhuma ordem específica para o jejum, então não devemos jejuar.

Mas quando consideramos o ensino de   Jesus sobre o jejum, não   como negar que o Mestre esperava que jejuássemos:

Quando jejuardes, não    vos   mostreis   contristados como os   hicritas; porque desfiguram o rosto com o fim de parecer aos homens que jejuam. Em verdade vos digo que eles receberam a sua recompensa. Tu, porém, quando jejuardes, unge a cabeça e lava o rosto, com o fim de não parecer aos homens que jejuas, e sim ao teu Pai, em secreto; e teu Pai, que em secreto, te recompensará.” (Mt 6.16-18).

 

 

O que Jesus esperava ao dizer isto?

·        Embora Jesus não  esteja mandando jejuar, suas  palavras revelam que ele esperava de nós  esta prática.

·        Ele nos  instruiu até na  motivação correta que se deve ter ao jejuar.

·         E quando disse que o Pai recompensaria a atitude correta do jejum, nos  mostrou que tal prática produz resultados!

Mas o que dizem as epístolas?

·        Algumas pessoas dizem que se as epístolas não  dizem nada sobre jejuar é porque não é importante, e desprezam o ensino de Jesus sobre o jejum.

·         Isto é errado! Jesus não veio ensinar os  judeus a viverem bem a Velha Aliança,  Ele  veio  instituir a Nova  Aliança,  e todos os seus ensinos apontavam para as práticas dos cidadãos do reino de Deus.

Que ordem Jesus deu ao ser assunto ao céu?

·         Quando estava para ser  ELEVADO ao céu, deu ordem aos  seus apóstolos que ensinassem as  pessoas a  guardar TUDO o  que Ele  tinha ordenado (Mt  28.20),  inclusive o  modo correto de  jejuar!

·        O próprio Jesus praticou o jejum, e lemos em Atos  que os deres da Igreja  também o faziam. Registros históricos dos  pais da igreja também revelam que o jejum  continuou sendo observado como prática dos  crentes muito tempo depois dos apóstolos.

·         O Jejum, portanto, deve ser parte de nossas vidas e praticado de forma equilibrada, dentro do ensino bíblico.

 

Jesus jejuou? E seus discípulos?

·        Embora o próprio Senhor Jesus tenha jejuado por  quarenta dias  e quarenta noites no deserto, e muitas vezes ficava  sem comer (por falta de tempo ministrando ao povo  Mc  6.31,   quer por   passar as  noites  orando  sem comer Mc 6.46),  devemos reconhecer que Ele e seus discípulos não  observavam o jejum dos  judeus de seus dias (exceto o do  dia da Expiação).

·         Era costume de os fariseus jejuar dois dias por semana (Lc 18.12), mas Jesus e seus discípulos não o faziam. Aliás chegaram a questionar Jesus acerca disto:

 

“Disseram-lhe eles:   Os discípulos de João e bem assim   os fariseus frequentemente jejuam e fazem orações; os teus, entretanto, comem e bebem. Jesus, porém, lhes disse: Podeis fazer jejuar os  convidados para o casamento, enquanto está com  eles o noivo? Dias virão,  contudo, em  que lhes  será tirado o noivo;  naqueles dias,  sim, jejuao. (Lc 5.33-35).

 

Jesus e o Jejum um pouco mais:

O Mestre mostrou não  ser contra o jejum, e disse que depois que Ele fosse tirado do convívio  direto com os discípulos (voltando ao céu) eles haveriam de jejuar.

Jesus não se referiu ao  jejum  somente para os  dias  entre sua  morte e ressurreição/reaparição aos discípulos (ao  mencionar os dias  que eles estariam sem o noivo),  e sim aos  dias  a partir de  sua  morte.

Contudo, Jesus deixou bem claro  que a prática do jejum nos  moldes do que havia  em  seus dias  não  era o  que Deus  esperava.

A motivação estava errada, as pessoas  jejuavam para provar sua  religiosidade e espiritualidade, e Jesus ensinou a fazê-lo em secreto, sem  alarde.

 

Jejum que não surtem efeito algum:

O Jejum  pode ser  uma  prática vazia se não  for feito de maneira correta. Isto aconteceu nos dias do Velho Testamento, quando o povo começou a indagar:

 

“Por que jejuamos nós,  e não  atentas para isto? Por que afligimos a nossa alma, e tu não o levas  em conta?” (Is 58.3a).

 

E a resposta de Deus  foi exatamente a de que estavam jejuando de maneira errada:

 

“Eis que, no  dia  em  que jejuais, cuidais dos  vossos próprios interesses e exigis que se faça  todo o vosso trabalho. Eis que jejuais para contendas e para rixas  e para ferirdes com  punho iníquo;  jejuando assim  como hoje, não  se fará  ouvir  a vossa voz no alto.” (Is 58.3b,4).

Por  outro lado,  o  versículo está inferindo  que se observado de forma correta, Deus atentaria para isto  e a voz deles seria ouvida.

 

O PROPÓSITO DO JEJUM

 

·        Gosto de uma  afirmação de Kenneth Hagin  acerca do jejum: “O jejum não muda a Deus. Ele é o mesmo antes, durante e depois de seu jejum.

·         Mas, jejuar mudará você. Vai lhe ajudar a manter-se mais suscetível ao Espírito de Deus”.

·        O jejum não  tornará Deus mais bondoso ou  misericordioso para conosco, ele está ligado diretamente a nós,  à nossa necessidade de  romper com  as barreiras e limitões da  carne.

·         O jejum deixa nosso espírito atento pois  mortifica a carne e aflige nossa alma.

·         Jesus deixou-nos um ensino precioso acerca disto quando falava sobre o jejum:

 

 

“Ninguém põe vinho  novo  em odres velhos; do  contrário, o vinho  romperá os odres; e tanto se  perde o  vinho  como os  odres. Mas põe-se vinho  novo  em odres novos.” (Mc 2.22).

·         O odre era  um  recipiente feito com  pele de animais, que era devidamente preparada mas,  com o passar do tempo envelhecia e ressecava. O vinho, era o suco extraído da uva que fermentava naturalmente dentro do odre. Portanto, quando se fazia  o vinho  novo, era  sábio colocá-lo num  recipiente de pele (o odre) que não  arrebentasse na  hora em que o vinho começasse a fermentar, e o melhor recipiente era o odre novo.

 

·         Com  essa ilustração Jesus estava ensinado-nos que o  vinho  novo   que Ele  traria (o Espírito Santo) deveria ser  colocado em odres novos, e o odre (ou recipiente do vinho) é nosso corpo. A Bíblia está dizendo com isto que o jejum tem o poder de “renovar” nosso corpo. A Escritura ensina que a carne milita contra o espírito, e a melhor maneira de receber o vinho, o Espírito, é dentro de um processo de mortificação da carne.

 

·         Creio  que o  propósito  primário do  jejum é mortificar a  carne, o  que nos  fará  mais suscetíveis ao  Espírito Santo. outros benecios que decorrerão disto, mas  esta é a essência do jejum.

 

 

·         Alguns  acham que o  jejum   é uma   “varinha de condão” que resolve as  coisas por  si mesmo, mas  não  podemos ter o enfoque errado.

·         Quando jejuamos, não  devemos crer NO JEJUM,  e sim em  Deus.  A resposta às orações flui melhor quando jejuamos porque através desta prática estamos liberando nosso espírito na  disputada batalha contra a carne, e por isso algumas coisas acontecem.

Por exemplo, a é do espírito e não da carne; portanto, ao jejuar estamos removendo o entulho da  carne e liberando nossa  para se expressar. Quando Jesus disse aos discípulos que não  puderam expulsar um demônio por  falta de jejum (Mt 17.21),  ele não limitou o problema somente a isto mas  falou sobre a falta de (Mt 17.19,20) como umfator decisivo no fracasso daquela tentativa de libertão.

O Jejum  ajuda a liberar a fé! O que nos   vitória sobre o inimigo é o que Cristo fez na cruz e a autoridade de seu nome. O jejum em si não me faz vencer, mas libera a para o combate e nos   fortalece,  fazendo-nos mais   conscientes  da  autoridade que nos  foi delegada.

Mas apesar do propósito central do jejum ser a mortificação da carne, vemos vários  exemplos bíblicos de outros motivos para tal prática:

 

a) No Velho Testamento encontramos diferentes propósitos para o jejum:

Consagração O voto do nazireado envolvia a abstinência/jejum de determinados tipos de alimentos (Nm 6.3,4);

Arrependimento de  pecados Samuel e o  povo jejuando  em Mispa,  como sinal  de arrependimento de seus pecados (1 Sm 7.6, Ne 9.11);

 

Luto Davi jejua em expressão de dor pela morte de Saul e Jônatas, e depois pela morte de Abner. (2 Sm 1.12 e 3.35);

 

 

Aflições Davi jejua  em favor da criança que nascera de Bate-Seba, que estava doente, à morte (2 Sm 12.16-23); Josafá apregoou  um  jejum em todo Judá quando estava sob  o risco de ser vencido pelos moabitas e amonitas (2 Cr 20.3);

Buscando Proteção Esdras proclamou  jejum junto ao  rio Ava, pedindo a proteção e benção de  Deus  sobre sua  viagem (Ed 8.21-23); Ester pede que seu povo jejue por  ela, para proteção no seu  encontro com o rei (Et 4.16);

 

Em situações de  enfermidade Davi jejuava e orava por  outros que estavam enfermos(Sl 35.13);

Intercessão Daniel  orando por Jerusalém e seu povo (Dn 9.3, 10.2,3)

 

b)Nos Evangelhos

Preparação para a Batalha Espiritual   Jesus mencionou  que determinadas  castas só sairão por meio  de oração e jejum, que trazem um maior revestimento de autoridade (Mt17.21);

 

Estar com  o Senhor Ana não  saía  do  templo, orando e jejuando frequentemente (Lc 2.37);

 

Preparar-se para o Ministério Jesus começou seu ministério depois de ter sido cheio do Espírito Santo e se preparado em jejum (prolongado) no deserto (Lc 4.1,2);

 

c) Em Atos  dos  Apóstolos vemos a Igreja  praticando o jejum em diversas situações, tais como:

Ministrar ao Senhor Os deres da igreja em Antioquia jejuando apenas para adorar ao Senhor (At 13.2);

 

Enviar  ministérios  Na  hora de impor  as  mãos e enviar ministérios  comissionados(At.13:3);

 

Estabelecer presbíteros Além de impor as mãos com jejum sobre os enviados, o faziam também sobre os que recebiam autoridade de governo na igreja local, o que revela que o jejum  era  um princípio praticado nas ordenações de ministros (At 14.23).

 

d) Nas Epístolas encontramos menções de Paulo de ter jejuado (2 Co 6.3-5; 11.23-27).

 

DIFERENTES FORMAS DE JEJUM

 

a) Jejum PARCIAL. Normalmente  o  jejum parcial é praticado em períodos maiores ou quando a pessoa não  tem condições de se abster totalmente do alimento (por causa do trabalho, por exemplo). Lemos sobre esta forma de jejum no livro de Daniel:

 

“Naqueles dias,  eu,  Daniel, pranteei durante três semanas. Manjar  desejável não  comi, nem carne, nem vinho  entraram em minha boca, nem me ungi  com  óleo algum, até que se passaram as três semanas.” (Dn 10.2,3).

O  profeta Daniel   diz  exatamente o  quê ficou   sem  ingerir:  carne,  vinho   e manjar desejável. Provavelmente se restringiu à uma dieta de frutas e legumes, não sabemos ao certo. O fato é que se  absteve de alimentos, porém não  totalmente. E embora tenha escolhido o que aparentemente seja a forma menos rigorosa de jejuar, dedicou-se à ela por três semanas.

 

Em outras situações Daniel parece ter feito um jejum normal (Dn 9.3), o que mostra que praticava mais de uma  forma de jejum. Ao fim deste período, um anjo  do Senhor veio a ele  e lhe  trouxe uma  revelação tremenda. Declarou-lhe que desde o  primeiro dia  de oração o  profeta fora ouvido (v.12), mas  que uma  batalha estava sendo travada no reino espiritual (v.13)  o  que  ocorreria ainda no  regresso daquele anjo  (v.20).  Aqui aprendemos  também  sobre  o  poder  que  o  jejum  tem  nos   momentos de guerra espiritual.

 

b) Jejum NORMAL. É a abstinência de alimentos mas  com ingestão de água. Foi a forma que nosso Senhor adotou ao jejuar no deserto. Cresci ouvindo sobre a necessidade de se jejuar bebendo água; meu pai dizia que no relato do evangelho não menção de Cristo ter ficado sem  beber ou ter tido sede (e ele estava num  deserto!):

 

“Jesus, cheio do  Espírito Santo, voltou do Jordão e foi guiado pelo mesmo Espírito, no deserto, durante quarenta dias,  sendo tentado pelo Diabo.  Nada  comeu naqueles dias,ao fim dos  quais teve fome.” (Mt 4.2).

 

Denominamos  esta  forma de jejum como normal, pois  entendemos ser esta a ptica mais propícia nos jejuns regulares (como o de um dia).

 

c) Jejum TOTAL. É abstinência de tudo, inclusive de água. Na Bíblia encontramos poucas menções de  ter alguém jejuado sem água, e isto dentro de um limite: no máximo ts dias.

 

A água não  é alimento, e nosso corpo depende dela a fim de que os  rins  funcionem normalmente e que as  toxinas  não   se acumulem no  organismo.  dois  exemplos bíblicos deste tipo de jejum,  um no Velho outro no Novo Testamento:

 

1) Ester, num  momento de crise em que os judeus (como povo) estavam condenados à morte por  um decreto do rei, pede a seu tio Mardoqueu que jejuem por ela: “Vai, ajunta a todos os judeus que se acharem em Susã, e jejuai por  mim, e não  comais, nem bebais por  três dias,  nem de  noite nem de dia;  eu e as  minhas servas também jejuaremos. Depois, irei ter com o rei, ainda que é contra a lei; se perecer, pereci. (Et 4.16).

 

2) Paulo, na  sua  conversão também usou esta forma de jejum, devido ao  impacto da revelação que recebera: Esteve três dias  sem ver,  durante os  quais nada comeu, nem bebeu.” (At 9.9).

 

Não   qualquer outra menção de um  jejum total maior do  que estes (a não  ser o de Moisés e Elias numa condição diferente que explicaremos adiante). A medicina adverte contra um  período de mais de três dias  sem água, como sendo nocivo. Devemos cuidar do  corpo ao  jejuar e não  agredi-lo; lembre-se de que estará lutando contra sua  carne (natureza e impulsos) e não  contra o seu corpo.

 

A DURAÇÃO DO JEJUM

Quanto tempo  deve durar um  jejum? A Bíblia  não   determina regras deste gênero, portanto  cada um  é livre  para escolher quando, como e quanto jejua. Vemos vários exemplos de jejuns de duração diferente nas Escrituras:

 

 

 

·         1 dia O jejum  do Dia da Expião

 

 

·         3 dias O jejum  de Ester (Et 4.16) e o de Paulo

At 9.9);

 

 

·         7 dias Jejum por luto pela morte de Saul

I Sm.31.13);

 

 

·         14 dias Jejum involuntário de Paulo e os que com ele estavam no navio

At 27.33);

 

 

·         21 dias O jejum  de Daniel em favor de Jerusalém

Dn 10.3);

 

 

·         40 dias O jejum  do Senhor Jesus no deserto

Lc 4.1,2);

 

 

OBSERVAÇÃO:

A Bíblia fala  de Moisés (Ex 34.28)  e Elias (1 Re 19.8) jejuando períodos de quarenta dias.

Porém vale  ressaltar que estavam em condições especiais, sob  o sobrenatural de Deus.

Moisés nem sequer bebeu água nestes 40 dias, o que humanamente é impossível. Mas ele  foi envolvido pela glória divina.  O mesmo se deu com  Elias, que caminhou 40 dias na força do alimento que o anjo  lhe trouxe. Isto é um jejum diferente que começou com  um belo “depósito”, uma  comida celestial. Jesus, porém, fez um jejum normal com esta duração.

 

 

Muitas pessoas  erram  ao  fazer votos ligados à  duração do  jejum… Não  aconselho ninguém fazer um voto de quanto tempo vai jejuar, pois  isso te deixa “preso” no caso de algo  fugir  ao seu  controle. Siga o conselho bíblico:

 

“Quando a Deus  fizeres algum voto, não  tardes em cumpri-lo; porque não  se agrada de tolos. Cumpre o voto que fazes. Melhor é que não  votes do que votes e não  cumpras. (Ec 5.4,5).

 

 

É importante que haja  uma  intenção e um alvo quanto à duração do jejum no coração, mas  não  transforme isto  em voto. intentei jejuns prolongados e no meio do caminho fui forçado a interromper. Mas também comecei jejuns sem a intenção de prolongá-lo e, no entanto, isto  acabou acontecendo mesmo sem ter feito os planos para isto.

 

 

O JEJUM PROLONGADO

 

algo  especial num  jejum  prolongado, mas  deve ser feito sob  a direção de Deus  (as Escrituras mostram que Jesus foi guiado pelo Espírito ao seu jejum no deserto Lc 4.1).

Vale ressaltar também que certos cuidados devem ser tomados.

Não podemos brincar com  o  nosso corpo.

Uma  dieta para desintoxicão do  organismo antes do  jejum é recomendada, e também na  quebra do  jejum prolongado (mais  de 3  dias).

Procure orientação e acompanhamento médico se o Senhor lhe dirigir  a um jejum deste gênero.

muita instrução na forma de literatura que também pode ser adquirida.

 

 

 

 

PODEMOS FALAR QUE ESTAMOS JEJUANDO ?

 

Algumas pessoas  são   extremistas  quanto a  discrição  do  jejum, enquanto outras, à semelhança dos   fariseus, tocam  trombeta diante  de si.

Em  Mateus  6.16-18,  Jesus condena o exibicionismo dos  fariseus querendo parecer contristados aos  homens para atestar sua  espiritualidade.

Ele  não   proibiu de se comentar sobre o  jejum, senão a própria Bíblia estaria violando isto ao  contar o jejum que Jesus  fez…  Como  souberam que Cristo  (que estava sozinho no deserto) fez um jejum de quarenta dias? Certamente porque Ele  contou!Não  saiu   alardeando perante  todo  mundo, mas  discretamente repartiu sua experiência com os seus discípulos que o jejum funcionava.

 

 

CONCLUÍNDO

Haverá períodos em  que o Espírito Santo vai nos  atrair mais  para o jejum, e épocas em que quase não  sentiremos a necessidade de faze-lo.

passei anos sem receber nenhum impulso especial para jejuns de mais  de três dias  e, mesmos estes, foram poucos.

E houve épocas em que, seguidamente sentia a necessidade de faze-lo.

Porém, penso que o  jejum  normal de  um  dia  de duração é algo  que os  cristãos deveriam praticar mais, mesmo sem  sentir nenhuma “urgência” espiritual para isto.

ANO de 1347

  ANO de 1347 A primeira grande pandemia de peste bubónica foi a Praga de Justiniano. Estima ter morto 25 a 50 milhões de pessoas no sé...